SETE ANOS DESPOIS DA CLAUSURA
03/02/2010

O xuízo contra "Euskaldunon Egunkaria" ficou visto para sentenza despois da intervención dos cinco procesados o pasado dia 1º de Febreiro.
O fiscal Miguel Ángel Carballo reafirmou-se no seu informe de conclusións no critério que defende desde 2006: que non hai prova nengunha que vincule Iñaki Uria, Martxelo Otamendi, Joan Mari Torrealdai, Xabier Oleaga y Txema Auzmendi con ETA ou que acredite nexos entre o xornal clausurado con a organización armada, polo que solicita a absolvicion dos cinco procesados.

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DESPOIS DE 40 DIAS EN FOLGA DE FAME
03/02/2010

"Ao fim de 40 dias em greve de fome pelo asilo em Espanha, o homem que foi erradamente apontado como autor dos atentados de Madrid foi expulso para Marrocos.

O calvário de Mohamed Haddad começou ao fim de 14 anos de vida e trabalho em Espanha, quando após perder um filho recém-nascido resolve viajar à cidade natal em Marrocos. Em Março de 2004 é sequestrado pela DST (a polícia secreta marroquina) e abandonado 45 dias depois numa estação de autocarros em Rabat e com menos 20 quilos de peso.

Ante as denúncias da família e de ONG's sobre o seu desaparecimento, o governo inicialmente negou tê-lo sequestrado, mas depois veio a saber-se que Haddad tinha sido preso por engano, sob suspeita de envolvimento nos atentados de 11 de Março em vários comboios com destino a Madrid. Apesar de nada ter sido provado, a polícia marroquina ficou com o seu passaporte, o que o impedia de regressar a Espanha.

Haddad comunicou ao juíz del Olmo a vontade de esclarecer tudo o que fosse necessário para provar a sua inocência e foi interrogado pelo juíz e pela procuradora Olga Sánchez em Rabat logo após a sua libertação, sem que lhe fosse imputada qualquer responsabilidade.  Apesar disso, foi repetidamente acusado e caluniado por dirigentes do PP espanhol e no diário El Mundo. A polícia marroquina apenas lhe devolve o passaporte em 2006, uma semana depois de ter expirado a sua autorização de residência em Espanha. Ao tentar renovar a autorização, é-lhe negado o pedido pelo consulado espanhol. Mesmo um simples visto para poder entrar em Espanha – e ali tentar resolver a situação e poder encontrar-se com a mulher e as filhas – lhe é recusado.

Já em 2009, ao fim de quatro anos sem poder regressar a Espanha para junto da sua família e tentar reabilitar o seu bom nome junto da justiça, Mohamed Haddad candidata-se às eleições pelo Partido dos Trabalhadores, aproveitando os seus contactos junto de activistas pelos direitos humanos e da oposição ao regime. Mas até esse direito foi cortado pela polícia secreta, que volta a aparecer na vida de Haddad para lhe comunicar a sua inelegibidade... por ter sido suspeito nos atentados do 11M. Posto isto, Haddad dirige-se a Sebta e pede asilo político a Espanha.

A decisão espanhola surgiu em Dezembro, negando o asilo político e lançando a suspeita de que a candidatura às eleições e o pedido de asilo foram um esquema para contornar a lei de imigração. Como último recurso na sua luta, Haddad entrou em greve de fome a 22 de Dezembro de 2009.

Na passada sexta-feira, o governo espanhol decidiu expulsá-lo para Marrocos, apesar de estar bem documentada pela Comissão Espanhola de Ajuda ao Refugiado toda a perseguição que lhe foi movida nos últimos seis anos pelo regime. Haddad foi agora transferido de Algeciras para um hospital de Tetouan", informa esquerda.net.

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RELATÓRIO SOBRE OS CÁRCERES ISRAELITAS
02/02/2010

Segundo o relatório 7300 Detainees, Including 33 Women And 300 Children, Still Imprisoned By Israel, de Abdul Naser Farawna, na actualidade Israel mantén 7.300 persoas palestinas presas, entre elas 300 menores de idade, 17 deputados e 2 ex-ministros.
5.105 foron condenados por tribunais militares israelitas, polo menos 800 a cadea perpétua.
1.893 persoas están presas à espera de xuízo e 6 como o que Israel denomina "combatentesilegais".

Ao igual que os adultos, os menores son obxecto de contínuas violacións e torturas e están privados dos direitos básicos garantidos polo Direito Internacional.
Durante a Intifada de Al Aqsa, o exército israelita detivo unhas 850 mulheres,33 delas permanecen encarceradas. Cinco foron condenadas a cadea perpétua.

316 presos foron secuestrados polo exército israelita antes dos acordos de Oslo de 1991. Un deles hai 32 anos.

3 detidos fueron encarcerados hai mais de trinta anos, 13 hai mais de 25 anos, 111 hai mais de vinte anos.
197 detidos morreron nos cárcere israelitas.49 por causa de neglixéncia médica, 71 por tortura,71 por disparos dos captores, 7 por uso de forza excesiva dos carcereiros.

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02/02/2010

Em resposta aos membros do parlamento, o governo alemão qualificou de "ilegal" a exploração das riquezas naturais do Sahara Ocidental.

Em resposta oficial o governo alemão reconheceu a ilegalidade da pilhagem sistemática euro-marroquina dos recursos naturais saharauis. No mesmo sentido o antigo secretário-geral adjunto da ONU, Hans Corell, havia afirmado que a exploração e aproveitamento dos recursos naturais contra a vontade e os interesses da população do Sahara Ocidental está "em contradição com os princípios do Direito internacional como o estipula a legislação relativa à exploração dos recursos naturais nos territórios não-autónomos".

O governo alemão chama ainda atenção para a necessidade de se estudar profundamente o processo de aplicação dos acordos internacionais e se os acordos bilaterais entre a Alemanha e Marrocos não comportam nenhum enunciado expresso sobre esse domínio.

A declaração informava ainda que não seriam apoiados eventuais investimentos de empresas alemãs nos territórios ocupados do Sahara Ocidental, e que não havia informações sobre a participação de sociedades alemãs no parque eólico de El Aaiun", inforrma esquerda.net.

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CONTAS OBSCURAS
02/02/2010

Segundo enquisas xenéricas, a monarquía é a institución máis valorada en España. Pero, seguiría a selo de sabermos en que gasta os cartos a Casa Real, canto recibe ao ano, como chegou a Familia Real a ter un patrimonio que a revista Forbes valora en case 1.800 millóns de euros ou que negocios tivo o Rei con amigos seus coma Mario Conde, De la Rosa ou Ruiz Mateos? Ningunha destas preguntas ten resposta. A monarquía segue a ser sagrada e as súas contas sobrancean pola súa opacidade, unha eiva democrática que non ten comparanza en ningunha das monarquías parlamentarias no resto de Europa.

Non hai ningún partido político que saiba nin cal é o custo real da Xefatura do Estado nin a que dedica os cartos que recibe. Tampouco o saben dende o Ministerio de Presidencia ou dende a Secretaría de Comunicación do Estado, organismos que se limitaron a dicir, cando Xornal se puxo en contacto con eles, que non era asunto da súa competencia. Nin sequera a Comisión de Secretos Oficiais ten acceso aos gastos detallados do Rei. A Familia Real non se financia única e exclusivamente da partida presupostaria establecida cada ano nos Orzamentos Xerais do Estado e que neste exercicio chega aos 8,9 millóns de euros. Tamén recibe cartos que están distribuídos noutros capítulos non detallados. E é precisamente isto o que fai imposible calcular a achega total que percibe. “Cremos que non é lóxico que ministros, deputados e altos cargos fagan unha declaración de actividade pública e privada, que os seus bens e percepcións sexan de dominio público e que non ocorra o mesmo coa Casa Real”, afirma Francisco Jorquera, deputado do BNG. O mesmo pensan outras formacións políticas coma o PCE, que está a recoller firmas para esixir máis transparencia nunha institución coma é a Xefatura do Estado, dedicada, segundo a Constitución, á función de arbitrar na vida política.

 OUTRAS PARTIDAS

A Casa Real sinala que, segundo o Real Decreto 434/1998, a organización e funcionamento do organismo responde a principios e criterios da Administración do Estado, “aínda sen estar integrada na mesma”. Segundo os artigos 65 e 135 da Constitución, correspóndelle ao Rei distribuír libremente a cantidade anual recollida nos Orzamentos do Estado, destinada a custear os gastos do funcionamento e do persoal “a cargo directo” da Casa Real, así coma o sostemento da Familia Real. Esta asignación global non está sometida ao Tribunal de Contas. Sábese que o Rei presenta a declaración do IRPF, pero nunca se fixo público cal é o seu salario e que declara.

Cos 8,9 millóns páganse os soldos duns 25 empregados responsables dos gabinetes de coordinación e dos altos cargos: o xefe, que ten categoría de ministro, e o secretario xeral; tamén se paga a Secretaría da Raíña, que atende amais ás infantas (unhas dez persoas); a Secretaría do príncipe (unhas 15 persoas); a Xefatura de Medios de Comunicación e o departamento de protocolo.

No entanto, nesta partida non están englo­bados os emolumentos relativos ao resto de empregados da Casa Real, uns 140. Estes gastos asúmeos o Ministerio de Política Territorial (anterior Administracións Públicas) que, baixo o epígrafe “Apoio á xestión administrativa da Xefatura do Estado”, conta cun orzamento este ano de 6,5 millóns. Tampouco financia a Casa Real o mantemento nin o servizo do Pazo da Zarzuela e o seu predio; a casa na que vive o príncipe de Asturias; o Pazo da Almudaina cos seus xardíns en Palma de Mallorca; o Pazo Real, o Escorial, a Granxa, o Pazo do Pardo e o de Riofrío. Todos eles son propiedade de Patrimonio Nacional, que dispón dun orzamento total duns 140 millóns de euros. O Ministerio de Asuntos Exteriores paga as viaxes e visitas oficias que cursa a Familia Real. Os gastos do Servizo de Seguridade corren a cargo do Ministerio do Interior e os relativos a vehículos oficiais –automóbiles de luxo– e condutores corresponden ao Parque Móbil do Estado, dependente de Economía e Facenda, cun orzamento de 53,6 millóns de euros.

Antonio Romero, ex deputado de IU, di que a “Casa Real actúa como un verdadeiro paraíso fiscal, interpreta a disposición libre do orzamento como se non tivese que darlle explicacións a ningúen”. Gloria Aguilar, deputada do PCE, aclara que o artigo 65 da Constitución non estabelece que ese reparto teña que ser privado. “O Rei é máis ca un tabú. Unha das anormalidades da democracia española é que a súa figura considérase intocable, non é practicamente sometida a crítica. E neste caso, non estamos a criticar a figura do Rei, senón que pedimos a introdución unha serie de pautas que ofrecerían máis transparencia”, defende Jorquera.

 MÁIS DE CEN PREGUNTAS SEN RESPOSTA

Gaspar Llamazares, voceiro de IU no Congreso, formulou unha pregunta no Parlamento sobre se o Goberno pode “dar garantías de que ningún recurso da Familia Real estea en paraísos fiscais”. Non houbo resposta. Dende que ERC ten representación parlamentaria, en 2004, a formación catalá formulou cen preguntas no Parlamento sobre as contas da Casa Real que foron arquivadas “sen acordo ou decisión” ou, simplemente, “inadmitidas a trámite en termos absolutos”.

O artigo 56 da Carta Magna establece que “a persoa do Rei é inviolable e non está suxeita a responsabilidade”, pero no resto das monarquías parlamentarias europeas si responden as preguntas. A situación acadou tintes absurdos cando o Goberno só contestou en dúas ocasións.

24 de xaneiro de 2005. Sobre varias cuestións formuladas polo deputado de ERC Joan Tardá en relación ao orzamento asignado á institución estatal da Casa Real, a resposta foi: “O Goberno entende que non forma parte do ámbito de resposta ao control parlamentario que cabe exercer sobre a súa actuación –dos monarcas–, formular valoracións sobre as actividades de carácter privado dos membros da Casa Real, como non o debe facer, neste trámite, sobre as que desenvolven os integrantes doutros órganos constitucionais do Estado”.

24 de xaneiro de 2004. Tardá pregunta polo carácter oficial ou privado dunha visita do xefe do Estado a Romanía para asistir a unha cazaría. A noticia saltou porque o Rei matou un oso bébedo. A resposta foi: “O Goberno español ten constancia de que a viaxe de S.M. o Rei a Romanía foi de carácter privado”.

 PATRIMONIO EN ALZA

Pero non só as contas públicas son opacas, tamén o patrimonio persoal dunha familia que tivo problemas económicos tras o exilio de Alfonso XIII pero que dende a designación do Rei por parte de Franco non deixou de incrementar a súa fortuna. O seu xenro é conselleiro de Telefónica; a súa irmá xestiona empresas de luxo; o seu curmán ten negocios en telecomunicacións, autopistas e petróleo...

Durante os gobernos de Felipe González, varios empresarios da súa confianza foron protagonistas de casos de corrupción. Mario Conde, no seu libro Memorias de un preso (MR Ediciones, 2009), relata os intentos do Rei de frear a intervención de Banesto e o seu posterior enxuizamento.

Patricia Sverlo, en Un rey golpe a golpe (Ardi Beltza, 2000), fala dunha “colección de coches de gran cilindrada, digna do magnate máis caprichoso”. “O monarca fíxoa grazas a regalos dos seus súbditos ou dos mesmos fabricantes. BMW, por exemplo, sóelle regalar os modelos novos que vai sacando”, relata no capítulo 15. Segundo o periodista Matías Vallés, o seu barco Fortuna mercouse a través dunha colecta de 2.600 millóns de pesetas entre empresarios mallorquinos á que se sumaron 400 millóns de pesetas do Goberno de Jaume Matas (PP). Ben é certo que todos os bens non están a nome do Estado, pero si que son para uso e goce da Familia Real.

A revista Forbes calculou o patrimonio do Rei en 1.790 millóns de euros. Ninguén o sabe con certeza. No seu libro Juan Carlos I, el último Borbón (Styria, 2008), o coronel do Exército, escritor e historiador militar Amadeo Martínez Iglesias denuncia “irregularidades que non deben quedar agochadas, de ningunha maneira, baixo a alfombra da historia”. Neste senso, acusa a Juan Carlos I de converterse nunha das grandes fortunas “a custa de doazóns e créditos (...) aproveitándose do seu omnímodo poder institucional e da súa inviolabilidade ante a lei”. Tamén o acusa de “recibir e aceptar regalos e doazóns multimillonarias de empresarios e particulares” ou de “desviar fondos reservados do Estado para pagar as súas aventuras galantes”.

“Preguntar polo Rei sen ter en conta as súas cazarías, os seus dispendios, as súas amizades perigosas, os seus negocios con Javier de la Rosa, Mario Conde, Ruíz Mateos, Manuel Prado e demais comisionistas e sen preguntar polas súas aventuras extramatrimoniais, as súas extrañas desaparicións, nin polas súas longuísimas vacacións supón seguir recoñecendo que a censura e a autocensura son permisíbeis nun sistema democrático”, escribe o peneuvista Iñaki Anasagasti en Una Monarquía protegida por la censura (Foca, 2009).

Xornal de Galicia - 31/01/10

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DOUS MOZOS FERIDOS EN VIGO
01/02/2010

“Dous mozos con feridas de consideración. Un (menor) brutalmente agredido por membros da Frente Atlético; outro, golpeado por un membro das forzas da orde, cuxa actuacion durante a algazarra critican várias persoas que presenciaron os feitos” é o balanzo dos incidentes acontecidos a raiz da agresión de un grupo de seguidores do Atlético de Madrid a simpatizantes do Celta de Vigo o pasado 28 de Xaneiro, segundo informa Faro de Vigo.
Ao parecer, apesar da brutalidade da agresión, apoiada por berros de "Sieg Heil" e "Heil Hitler", as forzas policiais tardaron en intervir e cando o fixeron foi para atacar os agredidos, aos que impediron –segundo testemuñas presenciais- axudar o menor ferido (S.V.G.). Finalmente, unha vez que os axentes deixaron de obstaculizar a entrada, este pudo ser transladado em ambuláncia a un hospital xunto con o outro xoven a quen os própios polícias romperan o naris.
S.V.G., que ten fracturado un dedo, esguince cervical e catro feridas grandes na cabeza que precisaron uns cen pontos de sutura, estuda demandar os agresores (axentes e seguidores do Atlético de Madrid) en base ao parte de lesións emitido en Povisa.

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VOCES AUSENTES
31/01/2010

Coincidindo con a comparecéncia de Tony Blair perante a comisión que investiga a participación do Reino Unido na invasión do Iraque, e sob o título Iraq: The People's Dossier, a plataforma británica Stop the War, acaba de publicar unha compilación de perguntas e testemuños das “voces ausentes” no inquérito oficial.
Con este traballo a plataforma pretende encher as óbvias lacunas da investigación que leva a cabo a comisión presidida por John Chilcott e evitar que se repita a fraude do infame dossier que serviu de escusa a Tony Blair para xustificar no seu dia a agresión.
“Interrogatórios medrosos e reverentes de políticos, diplomáticoa, militares e funcionários non é a via para investigar a decisión de política exterior mais desastrosa do pasado século” afirman portavoces da plataforma que o pasado 29 de Xaneiro convocou unha concentración nas portas do Centro de conferéncias QEII de Westminster onde comparecia Tony Blair.
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EXCEDENTES HUMANOS
31/01/2010

"O governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, propôs a exportação do excedente de presos para o México, como solução para a sobrelotação dos estabelecimentos prisionais do EUA", informa esquerda.net.

Para resolver o problema das prisões sobrelotadas, o Governador da Califórina sugere que se exportem os presos e assim se economize o dinheiro que seria gasto com prisões, para aplicar no sector da Educação. A solução foi encontrada, e proposta esta semana, por Arnold Schwarzenegger que pretende enviar o excedente de presos do Estado norte-americano para o México.

"Nós podemos fazer muito melhor no próprio sistema prisional se pudermos pegar nos reclusos, por exemplo, os 20 mil reclusos que são imigrantes ilegais, e levá-los para o México", disse Schwarzenegger, citado pelo Los Angeles Times, respondendo a uma questão durante uma sessão no Clube de Imprensa de Sacramento. "Pensem nisso", acrescentou.

O actor austríaco, do partido Republicano, defende que a medida para aliviar o sistema prisional permite também reduzir os gastos com as prisões, argumentando que seria ainda uma maneira de os Estados Unidos “ficarem livres” de milhares de presos que entraram ilegalmente no país.

Schwarzenegger diz que "a iniciativa não seria assim tão má" para o México, uma vez que "pagaríamos para construir a prisão no país", sublinhou. Com a vantagem, neste caso para os EUA, de evitar os custos de manutenção de um novo estabelecimento prisional na Califórnia.

Pressionado sobre este assunto, Aaron McLear, o porta-voz do governador, acabou por declarar posteriormente que a solução avançada por Schwarzenegger não constituia uma proposta formal - "Para ele, esta é apenas uma ideia interessante sobre a qual deveremos falar", disse McLear, acrescentando que  "os gastos estão fora de controlo sobre as prisões".

As prisões da Califórnia foram criadas para receber 84 mil pessoas, mas actualmente albergam quase 160 mil, segundo as informações adiantadas pelo Expresso. Como as celas não comportam tantas pessoas, o excedente está alojado em beliches de três camas em ginásios, corredores e outros locais onde alguns acabam por morrer por falta de assistência médica.

A situação é preocupante, o que levou as autoridades norte-americanas a iniciarem na passada segunda-feira um plano que prevê a libertação antes de tempo de presos de "baixo risco".

 

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APONTAN À POLÍCIA ESPAÑOLA
29/01/2010

"Un libro, que estará no mercado dentro dunhas semanas, revela que os autores da desaparición de Jon Anza serian membros da Comisaria Xeral de Información da Polícia Española, afondando deste xeito nas informacións publicadas por GARA e Le Monde", afirma o xornal Gara na sua edición de 27 de Xaneiro.

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CONTRA A GUERRA NO AFEGANISTÁN
28/01/2010

A plataforma Anti NATO Portugal recolle apoios para o escrito que dirixe ao Presidente da República, o Presidente da Assembleia da República Portuguesa e Primeiro-Ministro do Governo Portugués en que requeren a retirada imediata das tropas portuguesas do Afeganistán.

"Exigem, de acordo com os artº.s 7º, 273º e 275º da Constituição da República e tendo em conta que quaisquer compromissos militares do Estado Português não podem violar o artº 7º, que elenca os Princípios Fundamentais da Constituição, a retirada imediata das forças armadas portuguesas do Afeganistão dado o carácter ilegal dessa intervenção à luz do Direito internacional e interno", conclui-se no texto.

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