DECLARACIÓN DA REDE EUROPEA DE DIREITOS CIVIS
25/04/2009

A Rede Europea de Direitos Civis, coalición europea de colectivos que traballan na defensa das liberdades públicas e os direitos fundamentais, entre eles EsCULcA, fixo público unha Declaración en que chama a sociedade civil a expresar a sua opinión sobre o Programa de Estocolmo -onde se fixa a axenda da UE en matéria de Xustiza e Interior para o período 2010/2014. Tamén chama a REDC a traballar pola consecución de unha Europa democrática.

"As liberdades públicas e a democracia sofren nestes momentos un ataque sen precedentes e nunca houvo maior necesidade de contestación colectiva a estas ameazas" -afirma-. "A UE criou controlos de fronteira militarizados, políticas de imigración discriminatórias, reximes de vixiláncia obrigatórios e proactivos, alén de unha politica de seguranza exterior e defensa cada vez mais agresiva. Estas políticas, que en si mesmas constituen un ataque contra as liberdades civis e os direitos humanos, serán ampliadas antes de fin de ano mediante o Programa de Estocolmo.

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ESCRITO DE EMIGRANTES NA HOLANDA
25/04/2009

O 5 de Marzo iniciou-se no Tribunal Xudicial da Comarca de Oeiras (Portugal) o xulgamento de 25 cidadáns acusados de "organizaren un motin" na cadea de Caxias en 23 de Marzo de 1996.
Hai portanto 13 anos, no período en que se viveron intensas axitacións nas prisións protuguesas, fruto de un movimento de protesto contra as miseráveis condicións penitenciárias, o tratamento desumano e humilhante por parte do corpo de guardas prisionais e a corrupción da instituición prisional en xeral.
Aos numerosos colectivos e persoas que denuncian a inxustiza deste xulgamento e se solidarizan con os arguidos xuntou-se o pasado 22 de Abril un grupo de emigrantes na Holanda que entregou un escrito de protesto no Consulado de Roterdam, segundo informa a ACED.

Eis o texto do comunicado:

"Hoje dia 22 de Abril de 2009, decorre no Tribunal de Oeiras da 3ª sessão
do julgamento do chamado caso dos "25 de Caxias".
Hoje, 13 anos depois dos acontecimentos, o estado português por via do seu
sistema judicial, propõe-se a inverter a história, esquecendo o julgamento
a que foi submetido durante o período de 1994 a 1996, e pretende culpar
agora 25 bodes expiatórios da situação criada pela sociedade em geral, e o
estado em particular.
Durante esse período viveram-se intensas agitações nas prisões
portuguesas, fruto de um legítimo e abrangente movimento de protesto
contra as miseráveis e indignas condições penitenciárias, o tratamento
desumano e humilhante por parte do corpo de guardas prisionais, e a
corrupção da instituição prisional em geral.
À época, tudo isto era atestado pelas inúmeras denúncias, greves de fome e
outros protestos dentro das prisões, amplificado pela repercussão
mediática que visibilizava diariamente para o exterior a situação
decadente e insustentável dos cárceres, e pelo pulsar social de uma
crítica que cada vez mais abertamente questionava a existência do sistema
prisional, alguns no seu estado então, alguns de todo.
Então era impossível e impensável submeter a julgamento 25 pessoas por um
motim que já se via chegar e em que os presos "apenas" podiam perder tudo
aquilo que já não tinham; e os verdadeiros responsáveis pela situação
sempre tiveram tudo a ganhar.
Hoje aparentemente tudo é possível num Portugal com a boca cheia de 35
anos de democracia, e com a barriga cheia de misérias. Até uma prisão em
Monsanto que por razões impensáveis e intoleráveis vai ganhando a alcunha
de "Guantanamo portuguesa".
Que seja também hoje então o dia em que fique registado nos papéis da
burocracia nacional; que um grupo de velhos e novos emigrantes portugueses
na Holanda não aceitam este julgamento; por todas as razões explicadas
anteriormente e por todas aquelas que ficam por explicar.  Não aceitamos o
branqueamento da história, e desejamos acabar com o papel de observadores
silenciosos e passivos de este e outros acontecimentos na nossa terra.
Este julgamento nunca se deveria ter iniciado e, mais que o seu fim,
desejamos que essas 25 pessoas nunca mais sejam apelidadas com o nome
dessa ou qualquer outra prisão.
O grupo de pessoas  que se concentraram no
Consulado Português de Roterdão a 22 de Abril de 2009,
e todas as que ficaram a trabalhar.

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DENUNCIA REPORTEIROS SEN FRONTEIRA
24/04/2009

A asociación Reporteiros sen Fronteiras dirixiu-se o pasado 14 de Abril ao ministro israelita Ehud Barak para denunciar o repetido uso da violéncia das forzas armadas de Israel contra xornalistas que cobren as manifestacións pacífica en protesta pola construción do muro chamado de "seguranza".

"As forzas armadas israelitas son directamente responsáveis destes incidentes", afirma RSF no seu escrito.

Desde Xaneiro de 2009 son xa sete as persoas agredidas cando realizavan o seu traballo, entre elas a española Cristina Rivas ferida de seriedade nunha perna encanto cobria unha manifestación en Bil'in. Todas estas persoas estavan perfeitamente identificadas como xornalistas. 

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EN RELACIÓN CON A MORTE DE UN PRESO EN 1994
24/04/2009

O Alto Comisionado para os Direitos Humanos da ONU condenou o pasado 20 de Marzo o Reino de España polo dano causado à família de un preso que faleceu en 1994 de sida complicada con tuberculose pulmonar e infección intestinal no penal santoñés de El Dueso.
O Reino de España é condenado por non ter avisado a família da gravidade do estado do interno, nen ter acedido à sua petición de que fose posto en liberdade condicional por doenza grave.
A ONU considera que a "atitude pasiva" que mantivo o centro penitenciário privou a família do preso, D.M.T., natural de Múrcia, de unha información que tivo para eles "un impacto significativo" e supón unha "violación" do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos.
Mais información aqui.

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BOICOT, DESINVESTIMENTO, SANCIÓNS
24/04/2009

O Scottish Trade Union Congress, confederación de todos os sindicatos escoceses, votou por esmagadora maioria o pasado 22.04.09 a favor do boicot, desinvestimento e sancións contra Israel. Trata-se da terceira federación sindical nacional, despois de Irlanda e Sul-África, que decide apoiar a campaña a favor do BDS e é un indício claro de que Israel pode matar palestinos impunemente con apoio ocidental mais perdeu a batalla da opinión pública mundial, que o vé como un estado nascido da limpeza étnica que se expanda mediante a desposesión violenta do povo palestino", informa Scottish Palestine Solidarity Campaign.

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88 CASAS EN PERIGO EN XERUSALÉN
24/04/2009

Mairead Maguire, Prémio Nobel da Paz en 1976, acusa Israel de política de "limpeza étnica" no leste de Xerusalen, onde o concello proxecta deitar abaixo 88 casas árabes.
"Creo que o governo israelita leva a cabo unha politica de limpeza étnica contra os palestinos en Xerusalén", afirma. "Penso que a política do governo de Israel vulnera a lexislación internacional, os direitos humanos, a dignidade do povo palestino", denunciou en conferéncia de prensa.
De ser levar a cabo a demolición, 1500 persoas ficarian sen casa, nunha das mais violentas operacións desde que en 1967 Israel ocupara a zona árabe de Xerusalén.

Segundo a organización B'Tselem, desde 2004, as autoridades israelitas levan demolido unhas 400 casas palestinas nesta zona.

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NOVA LEI ANTITERRORISTA
24/04/2009

"Um grupo de jornalistas, advogados e médicos apresentaram uma queixa ao Tribunal Constitucional Federal da Alemanha contra uma lei antiterrorista que aumenta os poderes da polícia para vigiar secretamente os cidadãos e que está em vigor desde 1 de Janeiro. 
Segundo os queixosos, a lei, conhecida como BKA, contém provisões que podem enfraquecer o direito dos jornalistas a proteger a confidencialidade das suas fontes, algo que “prejudica a capacidade dos média realizarem trabalhos de investigação e põe em perigo a boa reputação alemã de apoio à liberdade de imprensa”, afirmou o director do Instituto Internacional de Imprensa (IPI), David Dadge.

A queixa de 54 páginas refere frequentemente os danos que a lei pode infligir às exigências de confidencialidade profissional de médicos, advogados e jornalistas, sendo que estes últimos temem ainda eventuais retaliações de fontes que sintam que o acordo de confidencialidade tenha sido quebrado. ", informa o Sindicato dos Jornalistas.

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A PROLIFERACIÓN DE CÁMARAS DE VÍDEO-VIXILÁNCIA
24/04/2009

O profesor Clive Norris, do Departamento de Estudos Sociolóxicos da Universidade de Sheffield, acaba de publicar un interesante relatório sobre a proliferación de Circuitos Fechados de Televisión en Europa : A review of the increased use os CCTV and video-surveillance for crime prevention purpose in Europe.

O autor analisa a evolución destes dispositivos, desde a simples cámara de captación de imaxes aos sofisticados sistemas multicámaras dixitais capaces de seguir os movimentos de calquer persoa no espazo público, o uso discriminatório que se fai deles, as frecuentes vulneracións das garantias recoñecidas na lexislación sobre protección de dados, e o seu efeito na prevención do crime que teoricamente xustifica a sua difusión.

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A TORTURA NOS EUA
24/04/2009

O pasado 23 de Abril, unha ampla coalición de colectivos entregou ao Fiscal Xeral dos EUA, Eric Holder, 250.000 asinaturas en apoio da petición da abertura de unha investigación independente sobre o uso da tortura contra persoas suspeitas de actividades terroristas durante a administración Bush.
Despois de que a ACLU (American Civil Liberties Union) obtivera a desclasificación de 4 memorandos en que se dava cobertura legal à prática da tortura e se fixese público o relatório do Comité do Senado que confirmava a coordenación entre a Casa Branca e funcionários de alto rango da administración para o deseño e aplicación de técnicas de tortura, a coalición insiste en que non pode haver dúvidas sobre a necesidade de que o Departamento de Xustiza abra unha investigación para restaurar o império da lei.
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CAMPAÑA DE AI
24/04/2009

Amnistía Internacional solicita às autoridades españolas que  non extraditen Ali Aarras e Mohamed el Bay a Marrocos, xa que  correrian o risco de sofrer tortura e outros maus tratos, ser  detidos en rexime de incomunicación ou xulgados sen as devidas garantias procesuais.

“As autoridades españolas non deven extradita-los a un país onde corren  risco de ser torturados –manifestou Eva Suárez-Llanos, directora de Amnistía  Internacional-. Calquer que sexa a gravidade dos delitos  de que están acusados, nengunha persoa pode ser enviada a un país onde exista un risco real de sofrer graves violacións dos seus direitos."

Ali Aarrass e Mohamed el Bay foron detidos en Melilla o 1 de Abril  de 2008 despois de as autoridades marroquinas teren emitido o 28 de Marzo  de 2008 ordes internacionais de detención por cargos  relacionados con terrorismo. Imputa-se-lles pertenza a unha rede terrorista encabezada polo cidadán belga-marroquino Abdelkader Belliraj." informa AI.

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